Atingindo maior participação em 22 anos, o agronegócio deve representar 29,4% do PIB brasileiro em 2025 (R$ 3,79 trilhões), ante 23,5% em 2024. PIB do agro cresce 6,49% no 1º trimestre com agrícola (+5,59%) e pecuário (+8,5%), impulsionado por safra recorde de soja (13,3%), arroz (12,2%) e milho (11,8%). Maior patamar desde 2003 (30,4%).
Mantendo ritmo de concessões, Antaq confirma leilão de 4 terminais portuários em 26/fevereiro na B3 com R$ 229 milhões investidos: MCP01 em Santana/AP (R$ 150,2 milhões, granéis vegetais), NAT01 em Natal/RN (R$ 55,17 milhões, minério ferro), POA26 em Porto Alegre/RS (R$ 21,13 milhões, 10 anos) e TMP-Recife/PE (R$ 2,3 milhões, cruzeiros 25 anos).
Após recorde de 3,5 milhões de toneladas (+20,9%) e US$ 18,03 bi (+40,1%) em 2025, Abiec projeta exportações estáveis de 3,3-3,5 milhões de toneladas em 2026 apesar de cotas chinesas. EUA devem saltar para 400 mil toneladas (vs. 271,8 mil em 2025), compensando restrições asiáticas. Mercados estratégicos: Japão, Coreia do Sul e Turquia em negociação. China mantém 48% com 1,68 milhões de toneladas.
Entrando na corrida global, Vale mira produzir 1 milhão de toneladas/ano de cobre, dobrando meta de 700 mil tons em 2035. Subsidiária Vale Base Metals projeta 370 mil tons (2025), 350-380 mil (2026), 420-500 mil (2030) e 700 mil (2035), com joint venture Glencore no Canadá (880 mil tons em 21 anos). Apenas 4 mineradoras superam 1 mi ton: Freeport, BHP, Codelco e Zijin.
