Setor de máquinas e equipamentos, superávit abaixo da expectativa e mais

9 de janeiro de 2026

Setor de máquinas e equipamentos, superávit abaixo da expectativa e mais
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Refletindo juros a 15% e margens comprimidas, setor de máquinas projeta crescimento fraco de apenas 3,4% em 2026 após alta de 10% (R$ 68 bilhões) em 2025. Vendas no varejo recuaram 0,7% (43 mil unidades), com Moderfrota a 13,5% deixando recursos sobrando. Inadimplência PJ atinge 3,7% (maior desde 2017), desestimulando renovação de frotas.

Impactado pelo tarifaço, Brasil fecha 2025 com superávit de US$ 68,3 bilhões, menor em 3 anos, queda de 7,9% vs. US$ 74,2 bilhões de 2024. Exportações recorde de US$ 348,7 bilhões (+3,5%) e importações de US$ 280,4 bihões (+6,7%), mas vendas aos EUA caem 6,6% (US$ 37,72 bilhões). Déficit com EUA salta para US$ 7,53 bilhões (+2.900%), pior desde 2022.

Seguindo a China, o México estabelece cotas de 70 mil toneladas (bovina) e 51 mil toneladas (suína) isentas até dez/2026, com excedentes pagando 20% e 16%, respectivamente. Brasil exportou 113,2 mil de toneladas de bovina e 74,3 mil toneladas de suína (jan-nov/2025), superando limites. Medida retira carnes do Pacic e sinaliza onda protecionista global.

Consolidando maturidade logística, portos brasileiros movimentam 1,34 bilhão de toneladas (+3,25%) e garantem melhor triênio da balança com US$ 68,2 bi de superávit, terceiro maior desde 1989. Incremento 2023-2025 de 150 milhões de toneladas supera toda movimentação anual de Santos. Petróleo (+74%), soja (+73,9%) e carne (+70,5%) lideram dezembro, com Santos crescendo 29% (119,4 mi tons).


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