Brasil no topo da produção de carne bovina, investimento em Itajaí e redução de impostos da China

30 de dezembro de 2025

Brasil no topo da produção de carne bovina, investimento em Itajaí e redução de impostos da China
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Pela primeira vez desde 1960, Brasil supera EUA e torna-se maior produtor mundial de carne bovina com 12,35 milhões de toneladas, 4,5% acima dos americanos (11,81 mi). Participação brasileira salta para 19,9% global, impulsionada por ganhos de produtividade (peso médio 303kg vs 240kg em 2015) e rebanho de 186,9 mi cabeças, enquanto EUA enfrentam menor estoque desde 1952.

Após safra recorde de 354,8 milhões de toneladas em 2025, agronegócio projeta estagnação em 2026 com queda de produtividade de 2,4% (de 4.306 para 4.203 kg/ha). Soja deve crescer apenas 1%, milho recua 6%, com PIB do agro estimado em 0,4% (+10,6% em 2025). Apesar de área 3,3% maior, margens comprimidas exigirão gestão rigorosa frente juros elevados e custos crescentes.

Buscando ampliar oferta interna de alta qualidade, China reduz tarifas de importação em 935 produtos a partir de janeiro/2026, incluindo materiais avançados, baterias íon-lítio e equipamentos médicos. Medida visa fortalecer autossuficiência tecnológica e transição verde, eliminando tarifas provisórias em micromotores e ácido sulfúrico que retornam a alíquotas de nação favorecida.

Acelerando recuperação portuária catarinense, MPor aprova EVTEA final para arrendamento de Itajaí com R$ 2,8 bilhões investidos, sendo R$ 920 mi nos primeiros 3 anos. Dispensa nova audiência pública e projeta leilão no 1º semestre/2026 após aval do TCU em abril. Modernização prevê novo terminal de contêineres (37.152 TEUs) e ampliação de 90% em pátios.


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